Vila Nova de Famalicão


Sítios Arqueológicos Castrejos

Castro de Eiras e Balneário de Eiras

Visitado a 13 de julho de 2025

Situado no alto do Monte de Eiras, encontra-se o Castro de Eiras e o seu respetivo balneário, membros integrantes do conjunto arqueológico do Monte das Eiras. Ao contrário de outros povoados com balneários como o Castro de Roriz (Barcelos) e o seu Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos (Barcelos) onde se optou por se separar os elementos e falar deles individualmente, aqui a proximidade do castro ao seu balneário é tão grande que não faria sentido apresenta-los e avaliá-los individualmente, apesar do balneário e do restante povoado estarem em situações de preservação e valorização completamente distintas. Este castro foi selecionado por possuir um balneário e estar classificado como Conjunto de Interesse Público desde 2022. Iniciando-se pelo edifício de banhos, pois é o primeiro que se vê aquando se inicia a subida ao Monte das Eiras, o Balneário de Eiras é a o elemento arqueológico mais bem preservado do castro e de todo o conjunto arqueológico. Apesar de não possuir no local a sua Pedra Formosa (que foi transferida para a Casa do Território no centro do Vila Nova de Famalicão, com medo de possíveis atos de danificação, vandalismo e destruição), o balneário apresenta todas as áreas características de um balneário castrejo. O local encontra-se ligeiramente limpo e mantido e, junto ao local, existe um grande painel informativo em português sobre o funcionamento do balneário. A Pedra Formosa é magnífica, com um elevado número de desenhos e detalhes, tendo ainda uma dimensão considerável, sendo das maiores existentes na região do noroeste peninsular. O Balneário de Eiras foi reconstruído numa exposição especial realizada no Museu Nacional de Arqueologia, sendo normalmente também utilizados em vídeos da RTP Ensina dessa mesma exposição para explicar a miúdos e graúdos como funcionavam estes edifícios castrejos. Por outro lado, desde o balneário não existe qualquer indicação que leve o visitante à acrópole do castro em si. A subida entre o balneário e o castro é feita por caminhos de difícil transposição. Chegando ao ponto mais alto do Monte de Eiras, encontra-se o que seria o Castro de Eiras, sem qualquer vestígio arqueológico visível. No local existe um painel informativo à semelhança do que existe no balneário, mas à data da visita o painel estava muito degradado, já que uma das cordas que o prendia se rompeu, não sendo então possível ler qualquer informação. O Castro de Eiras apesar de se notar algum trabalho de limpeza, não existiu qualquer escavação recente que procurasse dar a conhecer as suas estruturas castrejas. Além disso, no local é visível uma grande quantidade de espólio cerâmico, tendo sido o único castro visitado onde foi possível detetar fragmentos cerâmicos com decoração. 

Em termos promocionais, as atenções voltam-se praticamente apenas para o seu balneário e não tanto para o castro em si, possivelmente pelo facto de o balneário ser aquele que possui mais vestígios possíveis. A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão costuma realizar com alguma frequência várias atividades de visitas guiadas ao Castro de Eiras e ao Balneário, juntamente com outros sítios arqueológicos do conjunto arqueológico do Monte das Eiras. A junta de freguesia local também costuma realizar esse tipo de visitas guiadas. Quanto à sua promoção, o município famalicense procura promover espontaneamente em algumas publicações nas suas redes sociais oficiais o local, possuindo também uma breve referência na página oficial do Porto e Norte de Portugal. O local também foi visitado em 2022, mas as diferenças visíveis foram praticamente inexistentes, salientado apenas que em 2022 o sítio arqueológico ainda estava sob nenhum regime legal de classificação de proteção e os painéis informativos tinham sido acabados de colocar. Em ambas as ocasiões foram visíveis alguns praticamente de desportos com veículos todo-o-terreno nas imediações do balneário e do castro, mesmo apesar das proibições assinaladas nos painéis colocados à entrada da zona de sensibilidade arqueológica. Deve-se também salientar que o castro e o balneário fizeram parte do projeto CASTRENOR e da candidatura conjunta a Património Mundial da UNESCO. Em 2025, o povoado juntou-se ao projeto da CCDR-Norte da Rota Castros a Norte. 

Conclui-se que o Castro de Eiras é sem dúvida um dos que maior potencial possui em todo o concelho famalicense e na região, não só pela sua grande dimensão (considerado um dos maiores em área de todo o noroeste peninsular) mas também pelo excelente estado de conservação do seu balneário, utilizado muitas vezes como o melhor exemplar desse tipo de edifícios castrejos. Contudo é necessário realizar trabalhos de escavação no castro em si e nos restantes de todo o conjunto arqueológico de forma a potenciar ainda mais esse sítio arqueológico. 


Castro de Santa Cristina

Visitado a 13 de julho de 2025

Ainda no interior do Conjunto Arqueológico do Monte de Eiras, na sua parte mais ocidental, encontra-se o Castro de Santa Cristina, selecionado por estar classificado como Conjunto de Interesse Público, desde 2022. Um dos mais pequenos do conjunto e seguramente o mais desconhecido, o Castro de Santa Cristina não possui qualquer trabalho de valorização. O sítio arqueológico está vetado ao abandono, estando coberto de um grande eucaliptal e pinhal, juntos de vegetação rasteira evasiva. No local onde supostamente se encontra o assentamento castrejo não existe qualquer sinalética ou painel informativo sobre o mesmo, à semelhança do que existe nos outros locais do conjunto arqueológico. A existência do Castro de Santa Cristina fica limitada à assinalação da sua posição nos mapas posicionados à entrada do conjunto arqueológico e à existência de uma cruz na sua acrópole. 

Em termos promocionais, o castro não aufere da mesma atenção que os seus vizinhos possuem, contudo há uma breve referência no website Famalicão ID com algumas fotografias do local aquando uma forte desmatação há alguns anos atrás, onde não são visíveis quaisquer ruínas, levando a crer que o espaço nunca foi alvo de um trabalho arqueológico de escavação mais aprofundado. No mesmo website existe informação sobre a existência de alguns troços de uma das suas linhas de muralha visíveis, mas que à data de visita ao local não foram encontrados, devido à grande quantidade de vegetação evasiva. As próprias visitas guiadas organizadas pelo município de Vila Nova de Famalicão ao conjunto arqueológico do Monte de Eiras não passam pelo Castro de Santa Cristina, acabando por ser colocado apenas num segundo plano em comparação aos seus vizinhos. 

Em suma, este castro não possui de momento qualquer potencial, apesar de estar classificado, uma vez que ainda não foi devidamente explorado pela arqueologia. Mesmo assim, o município famalicense, à semelhança do que fez nos restantes sítios arqueológicos desse conjunto, deveria colocar algum tipo de sinalética ou painel informativo para dar a conhecer a breve história desse mesmo assentamento castrejo. 


Castro de São Miguel-o-Anjo

Visitado a 13 de julho de 2025

Partindo agora para mais perto do centro da cidade de Vila Nova de Famalicão, encontra-se no topo do Monte de S. Miguel-o-Anjo o Castro de S. Miguel-o-Anjo, escolhido para fazer parte desta avaliação e investigação por estar classificado como Imóvel de Interesse Público, desde 1990. O local tem sido alvo de uma forte atenção do município famalicense, encontrando-se à data de visita a ser alvo de escavações e outros trabalhos arqueológicos. Este castro é um exemplar, semelhante a outros região, de um povoado castrejo habitado até à Idade Média, tendo sido construído na sua acrópole o Castelo de Custóias, cujas ruínas também são visíveis e a ser alvo de trabalhos arqueológicos. Para além de habitações, no local é possível detetar linhas de muralha e uma das suas entradas. O seu espólio também é de grande valor, tendo sido encontrado no local uma cabeça de uma estátua de um guerreiro, exposta atualmente na Casa do Território. Tal como nos outros sítios arqueológicos do concelho, existe há entrada da zona arqueológica um grande painel a informar os visitantes com um mapa de todo o espaço de sensibilidade arqueológica e as proibições a ter em conta no local. O acesso de carro encontra-se vedado, sendo possível aceder ao castro facilmente a pé, por um caminho que foi recentemente todo calcetado. Na visita efetuada em 2022, esse caminho era ainda em terra batida, contudo já se apresentava um elevado interesse municipal pelo castro, pois na altura também foram detetados trabalhos arqueológicos. 

O Castro de S. Miguel-o-Anjo é um bom exemplo de recuperação e valorização destes sítios arqueológicos, como prova a notícia publicada em julho de 2025 que dava em conta da intenção da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em realizar um investimento na ordem dos 376 mil euros (contando também com financiamento europeu do programa NORTE 2030) para garantir a curto prazo a fruição e acesso ao castro, qualificando a visita e prevenindo todas as condições de segurança necessárias. Além disso esse investimento prevê a criação de um parque de lazer e de uma rede de percursos de visitação ao castro. O sítio arqueológico vai ainda ser dotado de painéis informativos com códigos QR que disponibilizam áudio-guias em diversos idiomas. Em entrevista, o Dr. João Machado, da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, afirma ainda que o projeto visa ainda a realização de uma reconversão florestal do próprio monte onde se encontra. O grande objetivo desse investimento passa, portanto, por dar a conhecer ao público esse importante lugar da história famalicense e conjuga-lo também como um relevante espaço de miradouro e de natureza. A própria envolvente também será intervencionada, de acordo com uma reportagem efetuada pela rádio local Cidade Hoje, com o objetivo de colocar espécies autóctones, substituindo os eucaliptais aí existentes. Como foi observação em outras notícias, este projeto já estava a ser preparado para arrancar em 2020, tendo a pandemia mundial provocada pelo vírus do SARS-COV2, sido o principal entrave para o seu arranque nessa altura. Em termos promocionais, o Castro de S. Miguel-o-Anjo também é alvo de visitas guiadas regulares organizadas pela autarquia local à semelhança do que sucede com o Castro de Eiras, sendo também parte integrante da rede concelhia de trilhos pedestres. Além disso, foi também alvo de reportagem pelo Porto Canal, decorria o ano de 2021. Destaca-se também a presença na toponímia deste assentamento castrejo no arruamento próximo designado de "Rua do Castro". Além disso, em 2025, a o castro passou a fazer parte do elenco de castros da Rota Castros a Norte da CCDR-Norte. 

Finalmente, pode-se concluir que através do atual investimento realizado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o Castro de S. Miguel-o-Anjo pode se assumir como um excelente exemplo de conservação, reabilitação e valorização turística de um castro de pequenas e médias dimensões, tentando conjugar não só as suas principais características histórico-culturais, mas também as principais características do seu entorno, conjugando assim a história e a natureza.


Castro de Vermoim

Visitado a 13 de julho de 2025

Voltando outra vez ao Conjunto Arqueológico do Monte de Eiras, encontra-se mesmo no seu centro, o Castro de Vermoim (ficha de inventário n.º 34, pág. 857) escolhido por estar classificado como Conjunto de Interesse Público desde 2022. Este povoado castrejo encontra-se muito próximo do Castro de Eiras e do seu balneário, sendo até mais conhecido pelo castelo medieval que foi erigido na sua acrópole. Bem, no local não existe nenhuma ruína visível, apenas um conjunto de pedras soltas que seria seguramente de algumas estruturas castrejas e medievais. No local do Castelo de Vermoim existe um painel informativo em português explicando a história dessa estrutura defensiva, contudo não há indicações sobre o castro e sobre o paradeiro do seu painel informativo. Ainda no castelo existe uma grande cruz com uma bandeira nacional hasteada. Caminhando no entorno do espaço do castelo, através de caminhos florestais, com algumas partes de elevada inclinação, foi finalmente possível detetar o painel informativo com informação sobre o Castro de Vermoim. De acordo com essa mesma informação, deveriam existir nesse local algumas ruínas de habitações de planta circular, mas que devido à elevada quantidade de vegetação evasiva e eucaliptal no local, não possível detetar qualquer ruína. À semelhança do Castro de Eiras, o local também se encontra ameaçado pela passagem de veículos todo-o-terreno e também pelo abate e queda de arvoredo, apesar de estar na zona de sensibilidade arqueológica cuja visita e passagem está sujeita a alguma proibição. 

Em termos promocionais, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e a junta de freguesia local costumam organizar visitas guiadas para dar a conhecer o castro e, sobretudo, o castelo, que acaba por ofuscar um pouco a presença do próprio povoado. O Castro de Vermoim, em suma, poderá ser trabalhado como um importante complemento a Castro de Eiras, apesar de poder ser também feito um projeto à semelhança do Castro de Faria (Barcelos), onde o castro assume-se como importante contexto da construção e instalação do seu castelo. 


Castro do Monte das Ermidas

Visitado a 13 de julho de 2025

Terminando a análise do património castrejo do concelho famalicense, segue-se o Castro do Monte das Ermidas, integrante desta investigação por estra classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1990. Este povoado castrejo de pequenas dimensões destaca-se por possuir um número reduzido de ruínas de habitações de planta circular. Destaca-se também a curiosidade de o local ter sofrido escavações clandestinas realizadas nos anos 70 por um conjunto de habitantes locais, numa história bem detalhada contada por um dos próprios no blogue "O Vale de Arnoso", tendo só sofrido de escavações sérias realizadas pelos serviços municipais começado em 1983. À semelhança dos demais apresentados, a zona envolvente encontra-se listada como zona de sensibilidade arqueológica, estando posicionado em todas as suas entradas um painel informativo sobre a mesma, alertando sobre as contraordenações que não podem ser efetuadas no local. Os acessos não são os melhores, sendo feitos por caminhos florestais e a orientação realizada por setas do trilho pedestre aí existente. Quando se chega à clareira onde se encontram as ruínas, não existe qualquer tipo de proteção que impeça que um veículo se aproxime das mesmas. À entrada, há um painel informativo do trilho pedestre com alguma informação em português e inglês, encontrando-se danificado pela humidade do local. Apesar disso, o sítio arqueológico pareceu ser mantido e limpo com regularidade, sendo que tanto na visita realizada em 2022 como na visita realizada em 2025 não se detetou que o mesmo fosse coberto com vegetação evasiva, encontrando-se sempre limpo. Contudo, não se notou nenhuma evolução ao longo dos últimos 3 anos, quanto à sua valorização. O Castro do Monte das Ermidas à semelhança de outros aqui apresentados acaba por ser mais um mero ponto de passagem de um trilho pedestre concelhio. 

Em termos promocionais, este assentamento castrejo é alvo de algumas visitas pontualmente organizada pelo município de Vila Nova de Famalicão, sobretudo no âmbito de caminhadas pelos trilhos municipais. Além disso, o castro aparece na página do Famalicão ID, com uma breve descrição história, física e arqueológica do espaço. Já na página da entidade regional de turismo do Porto e Norte de Portugal aparece também uma breve referência à sua história, porém a fotografia que apresenta não corresponde ao sítio arqueológico, mas a outro localizado a sul do concelho: a Estação Arqueológica de S. João de Perrelos. Um erro que seria fácil de corrigir. Pode-se então concluir que de facto, o Castro do Monte das Ermidas é um local arqueológico muito rico e de grande relevância histórica, que apesar disso ainda se encontra vislumbrado como um recurso de nota de rodapé. 


Espaços Museológicos

Casa do Território

Visitado a 13 de julho de 2025

No centro da cidade de Vila Nova de Famalicão, no Parque da Devesa, localiza-se a Casa do Território, um espaço museológico e expositivo sobre o passado e o presente do concelho famalicense. Na sua principal sala pode-se encontrar informações sobre várias esferas do concelho, como a sua história industrial passando pela sua flora e fauna, mas também pela sua arqueologia. Os destaques da sua coleção arqueológica vão para importantes vestígios descobertos nos seus castros. Primeiramente, a Pedra Formosa do Balneário do Castro de Eiras, removida da sua localização original para evitar furtos e atos de vandalismo. A Pedra Formosa apesar de não estar completa, faltando-lhe apenas o seu topo, encontra-se muito bem decorada com motivos castrejos curvilíneos e possui uma grande dimensão, com aproximadamente 2 metros de altura e 3 de largura. O outro destaque vai para a cabeça em pedra de uma estátua de guerreiro galaico, descoberta no Castro de S. Miguel-o-Anjo. A cabeça de pequenas dimensões acredita-se que poderá representar o chefe do povoado, sendo raro os casos em que apenas se encontra a cabeça e não o corpo da estátua, sendo normalmente sempre ao contrário. 

Existe ainda exposto espólio cerâmico e algumas fíbulas, provenientes de outros castros famalicenses, como o Castro de Vermoim e o Castro do Monte das Ermidas. As informações presentes no museu encontram-se m português e inglês, sendo normalmente acompanhadas de códigos QR para complementar a informação presente. No fim, percebe-se que a Casa do Território em Vila Nova de Famalicão é uma visita obrigatória para perceber mais sobre o património castrejo do concelho, com particular destaque para a Pedra Formosa aí existente, uma das mais bem conservadas existentes no mundo castrejo para além das de Briteiros


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