Boticas


Sítios Arqueológicos Castrejos

Castro de Cabeço

Visitado a 29 de julho de 2025

O primeiro povoado castrejo visitado e analisado foi o Castro de Cabeço, pequeno assentamento sobranceiro a própria vila de Boticas, integrante deste trabalho investigativo por ser classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1986. Apesar de existirem algumas fotografias de uma escavação aí realizada, à chegada ao local não foi possível ver alguma coisa, por causa da elevada quantidade de vegetação evasiva no local. O acesso ao espaço é feito por um caminho florestal utilizado normalmente por diversos camiões de acesso a um conjunto de pedreiras existentes nas suas periferias. Não existe nenhum painel informativo, nem anda que indique a existência desse povoado nessa localização, ainda que este seja parte de um produto turístico criado pela Terra Callaeci designado de Rota dos Castros do Parque Arqueológico do Vale do Terva. Deve-se também destacar que existem registros da existência de gravuras rupestres e de arte castreja na envolvente do povoado, que à data da visita efetuada em 2025, não foram visíveis. A sua promoção é feita maioritariamente por essa entidade. O município de Boticas apenas divulga a existência do povoado e dos demais castros no Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja, no centro da vila. Pode-se concluir que o Castro de Cabeço, ainda que esteja envolvido numa rota turística dentro da temática castreja, não possui qualquer potencial turístico, por causa do elevado estado de degradação e a realização reduzida de trabalhos arqueológicos no local.


Castro de Carvalhelhos

Visitado a 29 de julho de 2025

Segue-se o Castro de Carvalhelhos, localizado na freguesia homónima, escolhido para incorporar esta investigação por ser Imóvel de Interesse Público desde 1951. Tal como será percetível ao longo desta análise, este castro é seguramente o melhor em termos de conservação e valorização existente no concelho de Boticas. Trata-se de um povoado de médias dimensões, rodeado por duas linhas de muralha, às quais se junta um sistema defensivo de chevaux-de-frise ou pedra fincada, muito comum dos castros do distrito de Vila Real. No local são visíveis várias estruturas castrejas, desde habitações de planta circular e retangular a linhas de muralha, em bom estado de conservação. Algo que se destacou na visita realizada foram os dois fossos defensivos escavados, junto à entrada, ainda hoje bem percetíveis, muito próximos um ao outro. No local apenas existe um painel informativo, em português e inglês, acompanhados de um mapa do assentamento e fotografias do castro e do espólio aí descoberto. 

Até ao ano de 2019 era realizado no sopé deste castro, junto ao edifício das antigas Termas de Carvalhelhos, um evento de temática castreja denominado de Festa Castreja, que será explicitado mais adiante. Após a pandemia mundial provocada pelo vírus SARS-COV2, o evento voltou a ser realizado em 2024, não tendo sido realizado em 2025. Atualmente a aposta municipal virou-se para um evento com as invasões francesas do século XIX como tema principal. Ainda assim, são possíveis ver algumas estruturas castrejas construídas para o evento, como réplicas de habitações de grandes dimensões, no sopé do monte. Em termos promocionais, o evento era de facto um dos seus principais mecanismos divulgativos. Além disso, o Castro de Carvalhelhos não é promovido pelo município de Boticas nas suas páginas oficiais, ainda que tenha sido realizado uma reportagem pelo Porto Canal sobre o assentamento castrejo em 2022 e que o tenha incorporado em trilhos pedestres concelhios. À semelhança do já referido Castro de Cabeço, o Castro de Carvalhelhos também é membro da Rota dos Castros do Parque Arqueológico do Vale do Terva, sendo provavelmente o único com algum trabalho de desenvolvimento da sua usufruição turística. A região turística do Porto e Norte de Portugal também possui uma entrada própria do mesmo no seu website oficial. Salientar ainda que pela sua relevância histórica, este sítio arqueológico chegou a fazer parte da elite castreja apresentada para a submissão à UNESCO a Património Mundial. Graças ao seu atual estado de conservação, o Castro de Carvalhelhos apresenta condições propícias à sua usufruição turística. Contudo, ainda há muito a fazer, desde a colocação de um centro de receção e melhorar a sua interpretação, através de painéis informativos espalhados pelo sítio arqueológicos. A criação de mecanismos que orientem a visitação seria relevante, uma vez que um dos grandes problemas detetados durante a visita ao povoado foi o facto de ser difícil mover-se pelo castro, sem ter que passar por cima de qualquer estrutura, e devido à inclinação do terreno onde está implantado. O regresso da Festa Castreja seria também importante para a divulgação quer do castro quer de da cultura castreja no seu todo. Por fim, acredita-se que uma intervenção generalizada em toda zona de Carvalhelhos seria importante, com o objetivo de desenvolver um núcleo museológico que integrasse não só o Castro de Carvalhelhos como as antigas Termas de Carvalhelhos, vedadas ao abandono.


Castro de Giestosa

Visitado a 29 de julho de 2025

De seguida, analisou-se o Castro de Giestosa, situado já nas proximidades do concelho de Montalegre, classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1990. Trata-se de um pequeno povoado, com algumas estruturas visíveis, sobretudo defensivas, como linhas de muralha. Porém, o acesso ao local encontra-se interdito, ainda que exista sinalética rodoviária a indicar a existência do sítio arqueológico. Ao seguir pelo acesso indicado, a metade encontra-se um portão e vedação intransponível pertencente a uma habitação residencial localizada nas proximidades do povoado. Ainda assim, olhando para a colina onde se encontra o Castro da Giestosa, acredita-se que o mesmo deverá estar abandonado e degradado, à mercê dos agentes de erosão natural. O problema vivido neste castro e aqui apresentado poderia facilmente ser visível em muitos outros locais, que à sua semelhança, se encontram dentro de terrenos propriedade privada. Aliás uma situação semelhante foi visível no Castro de S. Domingos (Lousada), tal como foi já explicado, ainda que nessa situação se conseguiu transpor a barreira existente. Neste caso infelizmente tal não foi possível. Quanto à sua promoção, a Câmara Municipal de Boticas não divulga em nenhum canal oficial de divulgação turístico a existência do castro, á exceção de uma breve referência no Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja. Por isso, conclui-se que o Castro de Giestosa devido às suas dificuldades de acesso e más condições de conservação acaba por não possuir qualquer potencial em termos turísticos. 


Castro de Lesanho

Visitado a 29 de julho de 2025

Aquele que historicamente e arqueologicamente é considerado o principal povoado castrejo botiquense é o Castro de Lesanho, também conhecido como Outeiro Lesenho, seguramente a sua designação mais utilizada, aqui investigado por estar classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1990. Trata-se de um povoado de grandes dimensões, sendo possível ainda ver no sítio arqueológico algumas estruturas correspondentes a habitações de planta circular e linhas de muralha. As habitações são visíveis sobretudo ao longo do acesso ao topo da montanha em que se encontra. Acesso esse de elevada inclinação e feito através de caminhos florestais. No topo é possível ver uma réplica em tamanho real de uma das estátuas de guerreiros aí descobertas, que se encontram depositadas no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa. De facto, o espólio aí descoberto, em particular as quatro estátuas de guerreiros galaicos, tornam este castro nuns mais relevantes sítios arqueológicos portugueses, ainda que a sua riqueza resida no espólio e não nas estruturas visíveis em si, já que as poucas que se conseguem ver não se encontram num bom estado de conservação. A importância das suas estátuas deve-se ao seu excelente estado de conservação, tendo sido posteriormente criadas réplicas por pouco por todos os espaço museológico e eventos de temática castreja, tal como foi visível no evento Arde Lvcvs, na Galiza. Relativamente à sua interpretação, o Castro de Lesanho apenas possui um painel com um mapa dos principais pontos a conhecer no concelho de Boticas, sem qualquer outra informação ou explicação histórica adicional. No sopé do monte, logo no início do caminho de acesso ao castro, encontra-se também uma mamoa. Reparou-se que o local não tem sido limpo com regularidade, sendo visíveis vários vestígios de lixo e ainda vegetação evasiva sobre parte de algumas ruínas, sobretudo das habitações castrejas. 

Quanto à sua promoção e dinamização, a CIM do Alto Tâmega e Barroso refere-o, no seu website oficial, como "[…] o maior castro lusitano […]", acrescentando ainda que as estátuas aí descobertas "[…] são ex-líbris da arqueologia nacional […]". Por sua vez, a Câmara Municipal de Boticas em algumas notícias publicadas no seu website oficial apresenta-o como "[…] ex-libris do concelho de Boticas e da Arqueologia Nacional […]". Além disso, o município botiquense costumam dinamizar o castro através de algumas atividades. Em 2023, realizou-se a Festa do Sol, que consistiu em uma caminhada com término no castro para ver o pôr-do-sol. Acresce ainda a criação e dois trilhos pedestres concelhios, com passagem no povoado, bem como o facto de ser membro integrante da Rota dos Castros do Parque Arqueológico do Vale do Terva, da Terra Callaeci. Apesar de não possuir um centro interpretativo ou de receção no local, o município de Boticas criou um espaço museológico já aqui referido, o Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja, onde se pode obter mais informações sobre o povoado e ver réplicas em tamanho real das diversas estátuas de guerreiros nele descobertas. A esse trabalho desenvolvido pelo concelho de Boticas pode-se acrescentar ainda as reportagens diversas efetuadas sobre o Castro de Lesenho, como por exemplo a do Porto Canal. A sua relevância para a cultura castreja fez dele um dos castros elencados para a lista a Património Mundial, tendo também participado em outros projetos como o CASTRENOR e a Rede de Castros do Noroeste. Contudo, não se pode deixar de aqui referir que, devido à sua relevância e divulgação, esperava-se encontrar um sítio arqueológico em melhores condições quer de conservação quer de usufruição turística. Caminhar pelo castro torna-se um desafio, devido à grande quantidade de pedras soltas no local, o que faz com que o visitante inevitavelmente tenha que transpor e pisar vestígios, colocando-os até me risco. Mas mesmo assim, pode-se concluir que a sua importância histórica lhe pode atribuir de facto um elevado potencial turístico, ainda que seja necessário de facto realizar um projeto eu vise torna-lo mais do que apenas um ponto de passagem de um trilho e um mero miradouro da paisagem.


Castro de Sapelos

Visitado a 29 de julho de 2025

Para terminar o concelho de Boticas, surge o Castro de Sapelos, localizado praticamente na fronteira deste concelho com o de Chaves, aqui estudado e analisado por estar em vias de classificação de proteção. O seu principal acesso é a famosa Estrada Nacional 103, vendida como um produto turístico designado de Rota Norte. A partir daí, encontra-se apenas uma pequena sinalética rodoviária, pertence à Rota dos Castros do Parque Arqueológico do Vale do Terva, da Terra Callaeci, que indica o caminho florestal a seguir para chegar ao sítio arqueológico. À chegada, encontra-se um mapa com informações sucintas em português e inglês sobre o castro, mas já bastante sujo e degradado. O sítio arqueológico em si encontra-se limpo de vegetação evasiva e, apesar da sua grande área (mais de 6 hectares), não é um visível um número considerável de estruturas, destacando-se apenas umas habitações de planta circular e um troço de uma das suas linhas de muralha. No local foi recentemente instalado um passadiço metálico com tábuas de madeiras utilizado como miradouro sobre a paisagem, sendo esse o principal atrativo do sítio arqueológico. Outra característica interessante do povoado apresentado pelos arqueológos é o seu complexo e quase labiríntico sistema defensivo através de fossos, que antigamente se pensavam ser trincheiras mineiras. O local tem vindo a ser trabalho pelos arqueólogos com maior convicção desde 2019, porém à data da visita efetuada não forma detetados trabalhos arqueológicos. 

Quanto a sua promoção e valorização, tal como já referido, o Castro de Sapelos é membro integrante da Rota dos Castros do Parque Arqueológico do Vale do Terva, da Terra Callaeci, possuindo alguma informação sucinta sobre o mesmo no seu website oficial. Acresce ainda a promoção feita pela CIM Alto Tâmega e Barroso que o apresenta como um recurso turístico a conhecer. Já a Câmara Municipal de Boticas tem desenvolvido a sua promoção através da realização de reportagens televisivas como em 2022 com o Porto Canal. Além disso, alguns agentes locais, como Casino Hotel de Chaves elaborou um produto turístico (um passeio de buggy) que passa pelo povoado castrejo. Acredita-se, portanto, que o Castro de Sapelos possui de facto potencial ainda muito diminuto, já que não possui um número considerável de estruturas visíveis, contudo é necessário continuar a desenvolver projetos que o potenciem, para além da colocação do miradouro, como espaço museológico de referência na região, com o objetivo de o salvaguardar e também valorizar turisticamente. Num primeiro passo, pensa-se que o seu envolvimento com o projeto Rota Norte seria um importante primeiro passo, até mesmo com a criação de um selo próprio do povoado no passaporte dessa rota rodoviária. 


Espaços Museológicos

Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja

Visitado a 29 de julho de 2025

Seguindo para o distrito de Vila Real, mais concretamente para o concelho de Boticas, encontra-se o Centro Europeu de Documentação e Interpretação da Escultura Castreja. Este espaço possui como principal objetivo promover a investigação da escavação arqueológica castreja da região. Para além de ser constituído por um núcleo de documentação e de investigação, o espaço tem ainda um núcleo museológico que se dedica numa primeira parte à arte castreja e ao património castrejo do território de Boticas e numa segunda parte às tradições locais e ao Vinho dos Mortos. Na parte arqueológica, aquela que realmente importa para esta investigação, pode-se ver um mapa tridimensional de Boticas com a localização de todos os principais pontos arqueológicos castrejos de Boticas e um manequim vestido com aquilo que seriam as roupas da época. Destaque ainda para uma sala onde se podem ver 5 réplicas em tamanho real de estátuas de guerreiros galaicos (as quatro descobertas em Outeiro Lesenho e a da Citânia de Sanfins, em Paços de Ferreira). Noutra sala, já no jardim do espaço museológico, encontra-se algum espólio descoberto no Castro de Lesanho, constituído sobretudo por fragmentos cerâmicos, mas também uma ara votiva (esta proveniente do Castro de Sapelos). Por resta destacar um conjunto de painéis sobre as tradições e costumes de Boticas, existindo um totalmente dedicado às lendas de "mouras" dos castros botiquenses. Esta conjugação de referências materiais e imateriais do património castrejo torna-o no único espaço museológico a fazer referências a essas duas esferas patrimoniais. Ainda assim, deve-se referir que o espaço favorecia com uma melhoria da sua interpretação-apresentação, através da introdução de novas tecnologias no seio museológico, mas ainda assim é sem dúvida uma importante referência a visitar. 


Bibliografia

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