Barcelos
Sítios Arqueológicos Castrejos
Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos
Visitado a 8 de junho de 2025
Iniciando pelo Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos, classificado como Monumento Nacional. É um dos poucos exemplares de um balneário castrejo existente em todo o noroeste peninsular e ainda conserva a sua belíssima Pedra Formosa no local, que apesar de parecer simples à primeira vista, encontra-se decorada com arte curvilínea castreja. O balneário era pertencente ao povoado castrejo de Roriz, localizado do topo do Monte Facho, que não teve a mesma fortuna que o seu edifício balnear no que toca a sua conservação e atenção, tal com será apresentado mais adiante. Encontra-se muito próximo à estrada, tendo até um caminho todo calcetado da beira da estrada até ao sítio arqueológico em si. O balneário está rodeado por um passadiço metálico com tábuas em madeira, no qual existem dois painéis informativos a explicar a história do local e o funcionamento dos balneários castrejos geralmente, escritos em português e inglês.
Apesar de se encontrar minimamente tratado, denota-se que o local deverá ser utilizado para práticas delinquentes como o consumo de estupefacientes e vandalismo, como demonstraram uma pequena parte de madeira queimada do passadiço, possível de justificar pelo acendimento de uma fogueira e também pela existência de lixo no local. Salientar que apesar de o passadiço possui cabos de aço com objetivo de impedir o acesso ao visitante ao interior do balneário, uma parte desses cabos encontram-se completamente arrebentados. Agravando a situação, dentro do seu forno (foi já explicado anteriormente que os balneários possuíam fornos para o aquecimento de águas) é possível ver vestígios de pichagens. Estes problemas, associados a atos de vandalismo poderiam perfeitamente ser evitados ao máximo com a colocação de videovigilância e a colocação de vedação ao longo da zona arqueológica em si, não só no balneário.
Apesar desses problemas, os acessos criados permitem que o sítio arqueológico seja visitado por qualquer visitante, independentemente do seu grau de elevada ou reduzida mobilidade; o balneário encontra-se bem sinalizado nas estradas e arruamentos vizinhos e possui até uma boa promoção por parte do município e da freguesia locais. O município promove o balneário como um dos seus principais recursos de turismo cultural e insere-o num dos seus vastos trilhos pedestres, que conforme a Dra. Anabela Xavier, da Divisão de Turismo da Câmara Municipal de Barcelos, após envio de perguntas por e-mail, procuram "[…] dar a conhecer aos nossos participantes o património natural, monumental e arqueológico, bem como, algumas estórias, lendas e curiosidades associadas a esses espaços. Sendo uma forma mais lúdica e atrativa de conhecer o concelho de Barcelos […]". Além disso, o município promove algumas atividades com regularidade no balneário, para divulgá-lo juntos dos seus habitantes e visitantes. A toponímia local também imortaliza o sítio arqueológico nos arruamentos denominados de Rua do Balneário Castrejo e de Travessa do Balneário Castrejo.
O Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos foi visitado em 2022, apresentando-se sem nenhuma grande mudança em comparação com a visita efetuada em 2025, excetuando a colocação dos painéis informativos no local. Em suma, este sítio arqueológico pelo seu excelente estado de conservação, a sua raridade, a sua beleza e o seu mantimento e dinâmica assume-se como um excelente exemplo de musealização castreja, sendo por isso um recurso com um vasto potencial turístico. Acredita-se que a criação de um núcleo arqueológico, com o Castro de Roriz, com um centro interpretativo que explicasse como funcionavam os balneários castrejos, poderia facilmente exponenciar este recurso para um nível muito mais elevado.
Castro de Carapeços
Visitado a 1 de junho de 2025
Continuando em terras barcelenses, visitou-se o Castro de Carapeços, estudado nesta investigação por ser classificado como Sítio de Interesse Público desde 2015. Mais um exemplar de um assentamento castrejo de pequenas dimensões, completamente abandonado e coberto de vegetação evasiva, apesar de se encontrar classificado como Sítio de Interesse Público e de ter sido nomeado para um concurso local designado de "7 Maravilhas de Barcelos". Também conhecido como Castro de Picarreira, acredita-se que algumas das suas zonas poderão ter sido destruídas para a construção de habitações na sua envolvente. Ele foi descoberto por João Alvelos, filho do dono do terreno, na década de 40 do século XX, chegando a calcular que seria constituído por 30 núcleos habitacionais, cada um formado por 3 habitações.
Atualmente, o próprio acesso ao local encontra-se também coberto por uma grande quantidade de fetos, o que leva a entender que já há muito que ninguém aí vai. Na sua acrópole com alguma dificuldade conseguem-se vislumbrar algumas das suas ruínas de habitações de planta circular e retangular, sendo ainda visível o que parece ser a entrada de uma antiga mina.
Em termos promocionais, a Câmara Municipal de Barcelos não tem qualquer informação sobre o mesmo. Aliás, de todos os assentamentos castrejos perguntados à equipa de turismo desse mesmo município, o Castro de Carapeços foi o único para o qual não se obteve nenhuma resposta. Por sua vez, a autarquia local de Carapeços aborda levemente a existência do castro para apresentar as suas origens. A toponímia local tem uma artéria que o imortaliza nas suas imediações, designada de Rua do Crasto. Apesar de se ter também visitado este sítio arqueológico no ano de 2022, não se verificou qualquer alteração ou melhoria das suas condições de preservação, valorização e visitação, apresentando-se exatamente na mesma situação.
Não há muito mais a acrescentar sobre o Castro de Carapeços, acreditando-se apenas que apenas com um trabalho arqueológico intensivo se poderá salvar o assentamento arqueológico de forma a torna-lo num dos principais recursos existentes fora da malha da cidade de Barcelos.
Castro de Carmona
Visitado a 1 de junho de 2025
A seguir, em território barcelense, mas também parte em território vianense, encontra-se o Castro de Carmona, selecionado por ser um monumento em vias de classificação. Povoado de grande dimensão, com uma paisagem brutal sobre o vale do Cávado e o vale do Neiva, mas infelizmente num elevado grau de abandono e com uma elevada quantidade de vegetação evasiva. O tamanho e altura das giestas presentes no local foram das mais altas e impressionantes vistas ao longo do trabalho de campo. Obviamente que com tal quantidade de vegetação, as ruínas visíveis são muito poucas, sendo que na visita efetuada em 2022 ao sítio arqueológico ainda era possível ver algumas habitações de planta circular, não visíveis na visita de 2025.
O sítio arqueológico encontra-se sinalizado por sinalética rodoviária através do nome de "Citânia", o que pode induzir a um visitante de passagem que aí se pode visitar um local semelhante a Briteiros (Guimarães) ou Sanfins (Paços de Ferreira), o que não é de todo a situação. Essa situação foi vivenciada pelo próprio investigador, que no dia em que se encontrava a visitar o sítio arqueológico, apareceu por lá um casal de franceses intrigados com a sinalética que viram na estrada no sopé da montanha, mas que desiludidos não encontraram nada, sentindo-se até enganados por tal placa. A sua proximidade ao Santuário de Nossa Senhora da Aparecida, um dos mais procurados na região, e à Fábrica de Chocolate da Avianense não é de todo aproveitada. Além disso, parece já ter existido uma certa vontade política em valorizar o espaço, perdida, pois já esteve com um processo de classificação de proteção que caducou em 2012, não tendo sido renovada uma nova tentativa.
Nos últimos tempos, a Câmara Municipal de Barcelos já realizou no Monte da Carmona algumas atividades como caminhadas, mas, na verdade sem nenhum grande destaque para o castro em si. Em conversa telefónica com a Dra. Anabela Xavier, a equipa de turismo de Barcelos recentemente procurou ir ao sítio arqueológico ver como se encontrava e chegou à conclusão que de momento o espaço não se encontra em condições de visitação. Contudo, não deixa de estar posicionado num trilho pedestre "Pelos Caminhos da Chã de Arefe". Em termos promocionais, nem a Câmara Municipal de Barcelos, nem a Câmara Municipal de Viana do Castelo, possuem qualquer informação sobre o sítio arqueológico em si nos seus websites oficiais. Contudo, há uma breve referência ao castro no website oficial do Turismo do Porto e Norte de Portugal, claro que com fotografias bem desatualizadas do espaço. Por sua vez, o Castro de Carmona também é apresentado no website do Aspiring Geopark do Litoral de Viana do Castelo, talvez sendo aqui se encontra a sua informação mais completa, sendo até possível vislumbrar um modelo 3D do sítio arqueológico muito bem conseguido. Deve-se também referir que o assentamento castrejo em questão também pertenceu ao projeto CASTRENOR e foi membro integrante da candidatura a Património Mundial da UNESCO, no início dos anos 2000.
Em suma, o Castro de Carmona, apesar da sua dimensão, importância histórica e beleza paisagística, é um notável exemplo de um sítio arqueológico castrejo que só quando se virarem para ele as atenções políticas da região é que poderá ser descoberto de facto todo o seu verdadeiro potencial. Mas como essa não é a vontade do momento, encontra-se em perigo, à mercê de agentes de erosão natural, sem nenhum tipo de manutenção, limpeza ou sequer divulgação, tal como merecia.
Castro de Faria
Visitado a 1 de junho de 2025
Em diferente estado de preservação, valorização e promoção turística dos dois sítios arqueológicos anteriores, encontra-se o Castro de Faria, selecionado por ser classificado como Monumento Nacional desde 1956. Deve-se aqui assumir que este povoado castrejo é diferente, uma vez que é um bom exemplar de um castro habitado de forma contínua até à Baixa Idade Média, como é prova a construção realizada na sua acrópole do lendário Castelo de Faria. A história dos dois é indiscutivelmente inseparável, apesar de o castelo, graças à sua lenda do Alcaide de Faria, acabar sempre por ser alvo de uma maior atenção quer por parte dos decisores políticos, quer por parte dos historiadores, quer por parte até dos próprios visitantes, que acabam por ver o castro como um acrescento, ou, até, algo que nem sabiam que existia. O investigador acredita-se que apesar de o município de Barcelos ver ambos os espaços monumentos num só bolo, tem vindo um pouco a tentar separar as águas, através da colocação de painéis informativos (apenas em português e inglês) só sobre o povoado castrejo.
O sítio arqueológico encontra-se limpo e mantido, sendo visíveis várias das suas ruínas, contudo denota-se que um certo risco de danificação do património, pois não existe nenhuma vedação ou videovigilância do espaço. Aquando a visita ao local, foram vistos alguns motociclos todo-o-terreno a passar mesmo ao lado do castro. As ruínas do Castelo de Faria e da sua estação arqueológica castreja subjacente são cuidadas por grupo chamado de Alcaides de Faria, mas mais uma vez a relevância das suas ações centra-se no castelo.
Em termos promocionais, a Câmara Municipal de Barcelos faz referência ao castelo e ao castro no seu website oficial como um dos seus principais recursos turístico-culturais. Além disso, à semelhança do Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos, o sítio arqueológico integra uma pequena rota pedestre para dar a conhecer esse património de uma maneira mais dinâmica e ativa. A Dra. Anabela Xavier, do município barcelense, afirmou em chamada telefónica que o Castro de Faria é capaz de ser aquele que mais atenção tem por parte da autarquia e dos visitantes, graças ao Castelo de Faria na sua acrópole e à proximidade ao Santuário de Nossa Senhora da Franqueira, um dos mais conhecidos e relevantes da região, sendo alvo de visitas guiadas frequentes. Os acessos ao local são feitos particamente sempre ao longo de uma estrada asfaltada, com a exceção da última parte do percurso já feita por caminhos florestais, mas de fácil transposição.
O Castro de Faria foi também visitado em 2022 e, na visita de 2025, denotou-se uma grande melhoria das suas condições de preservação, conservação e visitação. Na visita de 2022, o castro estava todo coberto com vegetação evasiva, estando até algumas árvores caídas junto ao sítio arqueológico. Tal situação já não foi verificada na visita de 2025. Realçar também o facto de este castro fez parte do projeto CASTRENOR, encontrando-se também desde 2025 integrado no projeto da CCDR-Norte da Rota Castros a Norte. Em suma, o Castro de Faria apresenta várias condições históricas relevantes e singulares, bem como, um bom estado de conservação que o pode assumir como um dos mais relevantes em termos turísticos na região. O trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo município de Barcelos utilizar o Castelo de Faria como uma alavanca para exponenciar o Castro de Faria é uma mais valia sobretudo na sua promoção.
Castro de Roriz
Visitado a 8 de junho de 2025
Segue-se o já referido Castro de Roriz, também apresentado como Citânia de Roriz (ficha de inventário n.º 11, pág 742), estudado por ser o povoado principal localizado no Monte Facho, ao qual pertencia o Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos, já exposto anteriormente. Ao contrário do seu balneário, o castro não possui muitos vestígios visíveis, muito graças à construção no século XX do Santuário de Nossa Senhora do Facho e respetivos equipamentos na sua acrópole. As poucas ruínas existentes estão junto a um conjunto de mesas de piquenique do santuário, sem qualquer vedação e indicação de que aquelas pedras posicionadas num retângulo são de facto uma antiga habitação do povoado.
De facto, apenas historiadores, arqueológos e outros estudiosos da matéria é que conseguem à primeira vista identificar a ruína. A única referência que existe no local às ruínas é o painel informativo sobre o trilho pedestre que passa aí e no balneário no sopé, sendo apenas a indicação do nome da ruína. Em termos promocionais, o Castro de Roriz é como se não existisse, não existindo de verdade nenhuma referência ao mesmo nos websites das autarquias locais. Tal se pode justificar pela maior atenção prestada ao seu balneário. A inexistência de um verdadeiro núcleo museológico com o seu balneário tal como defendido alguns parágrafos atrás, dar-lhe-ia o destaque e o valor merecido, como um dos maiores povoados da região e um dos poucos a possui um edifício de banhos (este muito bem conservado por sinal).
Enquanto que o Castro de Roriz se tratar apenas um pequeno nome elencado num trilho pedestre, irá continuar à mercê da destruição dos agentes de erosão natural e daqueles que infelizmente desconhecem a verdadeira história daquele conjunto de pedras alinhas em planta retangular, ao lado das suas mesas de piqueniques.
Forno dos Mouros
Visitado a 1 de junho de 2025
Para finalizar o concelho de Barcelos, apresenta-se agora um outro balneário, que, por curiosidade, não é conhecido por esse nome, mas sim por Forno dos Mouros,, estudado por ser classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1951. Este balneário seria pertencente a um povoado castrejo localizado no topo do Monte d' Assaia, cujas ruínas são praticamente existentes. Já o seu edifício de banhos apresenta um estado de conservação bom, apesar de não ser tão bom como o seu conterrâneo Balneário Castrejo de Santa Maria dos Galegos. Deve-se salientar que ainda é percetível a sua forma, o seu forno e pátio lajeado, apesar de não possuir a sua Pedra Formosa. Foi escavado pelo gigante da arqueologia castreja Francisco Martins Sarmento ainda no século XIX, tendo daqui levado umas estátuas muito bem conservadas, do que seria a representação de um casal castrejo, para Guimarães (hoje expostas no Museu Arqueológico da Sociedade Martins Sarmento), peça única da arqueologia castreja. A antiguidade da sua descoberta justifica o seu popular nome, que lhe é atribuído numa época em que se julgava que os balneários castrejos seriam utilizados como crematórios funerários (tese depois refutada com vários achados arqueológicos, apesar de ser ainda bastante debatida). A questão dos mouros na sua designação também é traço da sua antiga descoberta, já que um pouco por todo o lado se associava estas ruínas desconhecidas nos altos dos montes do noroeste português como ruínas do tempo não-cristãos da região, tal como já foi explicitado anteriormente neste trabalho investigação.
Apesar da sua relevância e singularidade, como um dos poucos balneários castrejos existentes, há ainda muito trabalho para fazer. Os seus acessos são complicados, sendo apenas pedonais, através de caminhos florestais, existindo mesmo um trilho pedestre a passar no local. Há uma grande quantidade de vegetação evasiva no local que acaba por colocar em risco o próprio balneário, não existindo também nenhuma barreira que impeça a entrada na ruína arqueológica. Denota-se que o município local tem vindo a desenvolver um pequeno trabalho na sua valorização com a colocação de painéis informativos em português e inglês à semelhança dos que existe em Santa Maria dos Galegos. Em termos promocionais, apenas se verifica alguma promoção feita pela junta de freguesia local, que o apresenta como um dos seus principais recursos. Além disso, encontra-se marcado na toponímia da freguesia com o arruamento denominado de "Rua do Forno dos Mouros".
Apesar da sua dimensão, o balneário designado como Forno dos Mouros é capaz de ser o menos interessante comparando com outros existentes no território, contudo é dos poucos que é visível e se encontra vetado ao abandono, sem nenhum plano de musealização e valorização. Será pelo facto de não possuir uma Pedra Formosa? Ou pelo facto de os seus principais elementos decorativos foram levados para Guimarães? Ou pela ausência de vontade política? Independentemente do que seja, o Forno dos Mouros só pela raridade desse tipo de estruturas deveria ser alvo de uma análise diferente por parte dos seus decisores e não ser apenas um acrescento simples num trilho pedestre. Para finalizar, deveria ver todo o Monte d'Assaia como uma referência arqueológica na região e possuir um verdadeiro desenvolvimento dessa sua vertente, já que para além do balneário, existe ainda o povoado castrejo no seu topo quase nada explorado e ainda a famosa Laje dos Sinais, um dos ícones da arte rupestre do Minho.
Espaços Museológicos
Museu Arqueológico de Barcelos
Visitado a 13 de julho de 2025
No concelho de Barcelos, o único espaço museológico com coleções arqueológicas é o Museu Arqueológico de Barcelos, localizado no interior do antigo Paço dos Duques de Bragança em Barcelos. O paço é um edifício arruinado, mas que foi aproveitado para albergar este importante museu. Acontece que as suas coleções arqueológicas são mais voltadas para os tempos medievais e modernos, existindo muito pouco de períodos posteriores.
Do tempo proto-histórico apenas se encontram expostas, pousadas no chão duas mós manuais, cuja proveniência é desconhecida. Aliás, o próprio museu peca pela quase inexistente interpretação do seu espólio, cuja atenção se centra mais para o cruzeiro que conta a lenda do Galo de Barcelos. Conclui-se, portanto, que apesar o riquíssimo património castrejo que o concelho barcelense possui, o único museu arqueológico de Barcelos praticamente não mostra nem conta nada desse período a quem o visitar.
Bibliografia
Câmara Municipal de
Barcelos, 2024. Balneário Castrejo da Pena Grande (Galegos Santa Maria). [Online]
Available at: https://www.cm-barcelos.pt/items/balneario-castrejo-da-pena-grande-galegos-santa-maria/
[Acedido em 18 agosto 2025].
Direção-Geral do
Património Cultural, 1994. Castro de Carapeços / Castro da Picarreira /
Castro de Monte do Crasto. [Online]
Available at: https://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=1107
[Acedido em 17 agosto 2025].
Direção-Geral do
Património Cultural, 1994. Monumento Castrejo de Santa Maria de Galegos /
Monumento com Forno. [Online]
Available at: https://monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=320
[Acedido em 17 agosto 2025].
Direção-Geral do
Património Cultural, 2012. Povoado fortificado de Carmona / Castro de
Carmona. [Online]
Available at: https://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=21291
[Acedido em 17 agosto 2025].
Geoparque Litoral de
Viana do Castelo, s.d. Citânia da Carmona. [Online]
Available at: https://www.geoparquelitoralviana.pt/explorar/cit%C3%A2nia-da-carmona/
[Acedido em 17 agosto 2025].
Junta de Freguesia de
Carapeços, s.d. Castro da Picarreira. [Online]
Available at: https://www.jf-carapecos.pt/freguesia/locais-a-visitar/12-castro_da_picarreira
[Acedido em 17 agosto 2025].
Junta de Freguesia de
Carvalhas, s.d. Forno dos Mouros. [Online]
Available at: https://www.jf-carvalhas.pt/freguesia/locais-a-visitar/2-forno_dos_mouros
[Acedido em 17 agosto 2025].
O Minho, 2015. Castro
de Carapeços em Barcelos classificado como sítio de interesse público.. [Online]
Available at: https://ominho.pt/castro-de-carapecos-em-barcelos-classificado-como-sitio-de-interesse-publico/
[Acedido em 17 agosto 2025].
Património Barcelense,
2018. Castro da Picarreira. [Online]
Available at: https://patrimoniobarcelense.wordpress.com/2018/05/07/castro-da-picarreira/
[Acedido em 17 agosto 2025].
Rurtugal, s.d. Castro
de Carapeços. [Online]
Available at: https://rurtugal.jimdofree.com/carape%C3%A7os/castro-de-carape%C3%A7os/
[Acedido em 17 agosto 2025].
Sociedade Martins
Sarmento, 2020. Coleção de Arqueologia da SMS | Esculturas em baixo-relevo
do "Forno dos Mouros", Monte da Saia, Barcelos. [Online]
Available at: https://pedraformosa.blogspot.com/2020/06/colecao-de-arqueologia-da-sms.html
[Acedido em 17 agosto 2025].
Sousa, F., 2008. Balneário
Castrejo. [Online]
Available at: https://galegossantamariaonline.blogspot.com/2008/12/balnerio-castrejo.html
[Acedido em 17 agosto 2025].
Turismo do Porto e
Norte de Portugal, s.d. Forno dos Mouros. [Online]
Available at: https://www.portoenorte.pt/pt/o-que-fazer/forno-dos-mouros/
[Acedido em 17 agosto 2025].
Turismo do Porto e
Norte de Portugal, s.d. https://portoenorte.pt/pt/o-que-fazer/castro-da-carmona/.
[Online]
Available at: https://portoenorte.pt/pt/o-que-fazer/castro-da-carmona/
[Acedido em 17 agosto 2025].